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POLÍTICA

Luizianne Lins defende plano emergencial para geração de renda e minimiza rejeição em pesquisa.

Lucca

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Luizianne

Parlamentar Luiziane Lins

A candidata do PT foi a terceira entrevistada do programa Ponto Poder Eleições, da TV Diário. Em suas respostas, a petista afirmou que pretende garantir auxílio por seis meses e defendeu projetos para a educação.

Terceira entrevistada do Ponto Poder Eleições, a candidata do PT ao Paço Municipal, Luizianne Lins, defendeu, nesta sexta-feira (16), a criação de um plano emergencial municipal para ajudar na geração de emprego e renda diante dos impactos da pandemia da Covid-19 na economia e minimizou o índice de rejeição apontado pela primeira pesquisa Ibope de intenção de voto para a Prefeitura de Fortaleza.

O programa da TV Diário, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 21h55, iniciou uma série de entrevistas na última segunda (12) com os postulantes à Prefeitura de Fortaleza. Os candidatos de partidos que têm representação mínima na Câmara dos Deputados determinada pela legislação eleitoral para participação nos debates são questionados sobre suas propostas e seus planos de governo para os próximos quatro anos à frente do Paço Municipal.

Durante a entrevista, Luizianne destacou os impactos da Covid-19 na renda da população e disse que pretende criar um plano voltado desde aos profissionais autônomos aos empresários de médio porte.

“Minha preocupação é a gente saber como vai ser a vida do povo de Fortaleza, essas pessoas que ficarão sem nenhuma renda quando acabar o auxílio emergencial. Temos que fazer um plano emergencial de seis meses, pelo menos, onde a gente vai ajudar nossa população a se fortalecer, retomando a economia local, através de coisas que a gente já fez: programa de microcrédito, Credjovem. Queremos ajudar micro, pequena e média empresa”, ressaltou.

Questionada sobre ter, segundo a pesquisa Ibope, o maior índice de rejeição entre os candidatos, a petista minimizou e disse que o percentual deve reduzir à medida que as pessoas forem conhecendo as “verdades” sobre a sua gestão em Fortaleza (2004-2012).

“Vou primeiro falar da possibilidade de estar em um empate técnico no primeiro lugar com o candidato ligado ao (presidente Jair) Bolsonaro. (Por) Ter governado a Cidade oito anos, certamente tem um núcleo que não deve gostar ou não gosta porque não sabe o que a gente fez. À medida que  pessoas forem sabendo a verdade, isso naturalmente vai ocorrer (diminuição da rejeição)”.

Já sobre os acenos do governador Camilo Santana (PT) ao candidato do PDT, Sarto Nogueira, a petista reconheceu a parceria política que o mandatário tem com a atual gestão da Cidade, mas disse que continuará usando a imagem dele porque “não tem vergonha das pessoas que estão junto comigo”.

“Se ele (Camilo) tem uma parceria política e administrativa com o candidato Sarto, que é o candidato dos Ferreira Gomes, tenho parceria político-partidária (com ele), e quando a gente voltar a governar essa cidade, nós teremos uma parceria político-administrativa com o governador. Nós estamos usando a imagem porque o Camilo é do PT, do presidente Lula. Eu não tenho vergonha das pessoas que estão junto comigo nessa empreitada, diferente de alguns candidatos que estão escondendo seus líderes nacionais” alfinetou.
Ao ser perguntada sobre as políticas de Educação de sua gestão e as propostas para a área, uma vez que, em 2012, Fortaleza estava no final da lista dos municípios cearenses na avaliação do Spaece-Alfa quanto ao nível desejável de alfabetização, ela respondeu que em seu governo a área passou por uma “revolução” e afirmou que, se eleita, continuará investindo rede pública.

“Nós tivemos uma revolução na Educação Pública. Talvez não saiba disso quem não tem filho que estuda na escola pública. Nós fizemos qualificação profissional, plano de valorização do magistério, construímos 41 escolas no padrão MEC, adquirimos tantas outras da iniciativa privada, (dávamos) fardamento escolar completo, merenda escolar de qualidade”, frisou.

Segundo turno

Pouco antes do início do programa, Luizianne Lins falou sobre as expectativas para um eventual segundo turno e evitou cogitar qual adversário poderia estar com ela, apesar de apresentar duas candidaturas prováveis: a de Sarto e a de Capitão Wagner (Pros). Ela também minimizou a falta de alianças partidárias em sua coligação, que é chapa pura.

“Acho que qualquer um dos dois pode estar no segundo turno comigo. Eleição é uma coisa tão imprevisível. O importante é o apoio do povo. Se o povo se convencer, se as ideias forem atraentes… as pessoas têm uma memória do nosso governo”, disse.

Entrevistas

   Ao longo da próxima semana, outros candidatos à Prefeitura de Fortaleza serão questionados sobre suas propostas e seus planos de governo para os próximos quatro anos à frente do Paço Municipal. Nesta sexta (14), foi a vez da candidata Luizianne Lins (PT). Na segunda-feira (19), o entrevistado do Ponto Poder Eleições será o candidato do Psol, Renato Roseno.

Terceira entrevistada do Ponto Poder Eleições, a candidata do PT ao Paço Municipal, Luizianne Lins, defendeu, nesta sexta-feira (16), a criação de um plano emergencial municipal para ajudar na geração de emprego e renda diante dos impactos da pandemia da Covid-19 na economia e minimizou o índice de rejeição apontado pela primeira.

Durante entrevista cedida ao SVM Luizianne disse:
“Minha preocupação é a gente saber como vai ser a vida do povo de Fortaleza, essas pessoas que ficarão sem nenhuma renda quando acabar o auxílio emergencial. Temos que fazer um plano emergencial de seis meses, pelo menos, onde a gente vai ajudar nossa população a se fortalecer, retomando a economia local, através de coisas que a gente já fez: programa de microcrédito, Credjovem. Queremos ajudar micro, pequena e média empresa”, ressaltou.

Questionada sobre ter, segundo a pesquisa Ibope, o maior índice de rejeição entre os candidatos, a petista minimizou e disse que o percentual deve reduzir à medida que as pessoas forem conhecendo as “verdades” sobre a sua gestão em Fortaleza (2004-2012).

“Vou primeiro falar da possibilidade de estar em um empate técnico no primeiro lugar com o candidato ligado ao (presidente Jair) Bolsonaro. (Por) Ter governado a Cidade oito anos, certamente tem um núcleo que não deve gostar ou não gosta porque não sabe o que a gente fez. À medida que as pessoas forem sabendo a verdade, isso naturalmente vai ocorrer (diminuição da rejeição)”, afirmou.

Já sobre os acenos do governador Camilo Santana (PT) ao candidato do PDT, Sarto Nogueira, a petista reconheceu a parceria política que o mandatário tem com a atual gestão da Cidade, mas disse que continuará usando a imagem dele porque “não tem vergonha das pessoas que estão junto comigo”.

Ate a Proxima…

Lucca Lima/FONTE:DN

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