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POLÍTICA

Comissão de Ética da Presidência proíbe Moro de advogar por seis meses

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A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu nesta terça-feira (2), por unanimidade, proibiu o ex-ministro da Justiça Sergio Moro de advogar durante os seis meses de quarentena a que tem que ser submetido após deixar o cargo.

No período em que durar a proibição, Moro seguirá recebendo o salário de R$ 31 mil, pago aos integrantes do primeiro escalão.

Também por decisão unânime, o ex-ministro foi liberado para dar aulas. Ele também poderá escrever artigos na imprensa, o que foi autorizado pela maioria (3 a 2).

Moro anunciou sua saída do governo federal no dia 24 de abril deste ano. Na ocasião, ele apontou fraude no Diário Oficial da União no ato de demissão de Maurício Valeixo do comando da Polícia Federal e criticou a insistência do presidente Jair Bolsonaro para a troca do comando do órgão, o que pelo vídeo da reunião ministerial ficou provado a mentira que Sergio Moro sustenta da interferência do Presidente.

O Diário Ceará é um portal de notícias focado no digital e que atua de forma independente, fornecendo notícias do nosso Estado do Ceará, do Brasil e do Mundo. Criado em 2019, mas lançado em 2020, o site se propõe a ser uma das principais referência confiáveis de conteúdo, principalmente no momento de profusão das fake news.

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